Semana Nacional da Voz

INFORMAÇÕES

A VOZ ATIVA ESCOLA DINÂMICA vai realizar,  no dia 18 de abril,  uma palestra de comemoração da Campanha da Voz que iniciou há 20 anos, aqui no Brasil, e se espalhou pelo mundo, sendo oficializado o dia 16 de abril como Dia Mundial da Voz.

Essa campanha surgiu com o objetivo de chamar a atenção das pessoas sobre a importância dos cuidados com a voz, dos  sinais indicativos de problemas e doenças relacionadas à ela, e principalmente, para a  prevenção do câncer de laringe.

Atualmente, no mundo inteiro, essa campanha é realizada ocorrendo ações educativas, culturais e artísticas chamando a atenção para a importância da voz na comunicação humana e paz entre as nações.

A VOZ ATIVA está promovendo uma atividade gratuita para comemorar essa importante data com convidadas super especiais,  mulheres incríveis que irão falar sobre A VOZ DA MULHER NO MUNDO CONTEMPORÂNEO.

No final, ofereceremos um coquetel com uma canja muito especial da querida e maravilhosa cantora e atriz, Adriana Deffenti.

DATA

18 de Abril de 2018

HORÁRIOS

das 19:30 às 21:00 – Palestras

das 21:00 às 21:30 – Canja Musical

INVESTIMENTO

ENTRADA GRATUITA

MINISTRANTES

Ligia Motta

“A Voz da Mulher Trabalhadora”

Fonoaudióloga especialista em voz e disfagia, preparadora vocal e vocal coach de profissionais da voz. Especialista em Vozes Artísticas. Doutora e Mestre em Gerontologia Biomédica. Fundadora e Diretora da Voz Ativa Escola Dinâmica. Coordenadora do CEFAC-RS, fonoaudióloga responsável pelo setor de Fonoterapia do Hospital São Lucas da PUCRS. Sócio Fundadora da Sociedade de Laringologia e Voz e Coordenadora Regional da Campanha Nacional da Voz na primeira e segunda edição.

Pâmela Amaro

“Vozes Negras, Vozes Vivas”

Atriz, cantora, compositora, música e arte-educadora de intensa produção artística em Porto Alegre. Graduou-se em Licenciatura em Teatro e está cursando Mestrado em Educação na UFRGS. É uma das fundadoras e organizadoras do Sarau Sopapo Poético, espaço de produção e difusão de literaturas negro-brasileiras. Atuou em performances, espetáculos teatrais e musicais com grandes artistas da cena cultural do estado. Integra os grupos musicais Três Marias e está produzindo seu primeiro EP solo com trabalho autoral no gênero samba.

Isabel Nogueira

“Lugar de Fala, Lugar de Escuta”

Compositora-performer, doutora em musicologia e professora titular do Instituto de Artes da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Desenvolve trabalhos de pesquisa sobre performance, criação sonora, música e gênero e coordena o Grupo de Pesquisa em Estudos de Gênero, Corpo e Música da UFRGS). Lançou os trabalhos fonográficos Vestígios Violeta (2014), Impermanente movimento (2016), Voicing (2016), Lusque-Fusque(2016), Mar de tralhas (2017), Betamaxers (2017), Légua (2017) Meteoro-phoenix (2017), Unlikely Objects (2017), Hybrid (2017) e Zah (2018). Participa do Coletivo Medula de Experimentos Sonoros (UFRGS), do Coletivo Elatrônicas, tem o duo StranaLektiri com a artista sonora Leandra Lambert (RJ), um duo de experimentação sonora e movimento com a compositora e performer Ana Fridman e um trabalho também em duo com a artista sonora Linda O’Keeffe (UK).

Gisela Habeyche

“A Voz Política no Teatro, Com o Foco nas Mulheres”

É atriz e professora de voz para teatro no Departamento de Arte Dramática da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Seu primeiro contato com teatro foi no colégio de Aplicação, com Olga Reverbel. Fez bacharelado em artes cênicas na UFRGS. É mestre e doutora em educação também pela UFRGS. Estuda voz e técnica vocal desde 1984 com Marlene Goidanich. Por alguns anos estudou canto popular com Dea Mancuso e Sibele Volino Correa. Fez cursos com Sonia Prazeres, Sílvia Pinho, Lígia Motta, Sara Lopes, Carlos Simioni, Matteo Bonfitto, Gilberto Gawronski, e Marie-Helène Labat. Estreou no teatro profissional em 1985. Trabalhou com diversos encenadores, como Maria Helena Lopes, Marco Fronchetti, Luciano Alabarse, Miriam Amaral, Irene Brietzke, Denines Barella, Shirley Rosário, Rodrigo Lopes e Luiz Paulo Vasconcellos. Desde 2005 faz parte do grupo de teatro Usina do Trabalho do Ator (UTA). Seus mais recentes espetáculos são: Os Homens do Triângulo Rosa, sob a direção de Margarida Peixoto e A Mulher que Comeu o Mundo, Cinco Tempos para a Morte (pelo qual foi indicada ao prêmio Açorianos de melhor atriz) e  Dança do Tempo, criações da UTA sob a direção de Gilberto Icle.

Adriana Deffenti

Adriana Deffenti é cantora que toca instrumentos e faz canções. Eventualmente atriz e bailarina. Começou na música cedo, aos 9 anos, no Projeto Prelúdio, escola de música ligada à Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Em 1998 começou a carreira solo. Gravou dois discos – Peças de Pessoas (2002) e Adriana Deffenti (2007) – e recebeu dois prêmios Açorianos de Música. Excursionou pelo Brasil, Argentina, Espanha e França. Atua em espetáculos que julga interessantes e desafiadores, como a ópera cômica As 7 Caras da Verdade (de Nico Nicolaiewsky), o circense Pão e Circo (do Circo Teatro Girassol, dirigido por Dilmar Messias), e trabalhos da Cia. de Dança Contemporânea Eduardo Severino. Atualmente canta no show Las Canciones de Almodóvar, onde interpreta músicas dos filmes do cineasta e prepara a gravação do seu próximo disco.

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